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   Brasil, segunda-feira, 24 de Julho de 2017.CPF:Senha:

1º Seminário sobre a Consolidação do INPP-MPEG/MCTIC

Cuiabá, 2017

Universidades Públicas de Mato Grosso e de Mato Grosso do Sul e representantes do Museu Paraense Emílio Goeldi, juntamente com pesquisadores se reuniram nesta quinta-feira (06) em Cuiabá, no 1º Seminário sobre a consolidação do Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal, para discutir a estruturação do IINPP. O instituto foi um dos dois existentes no país que não foram estruturados em 2014 pelo Ministério de Ciência e Tecnologia.

Instituições como a Universidade do Estado de Mato Grosso, Universidade Federal de Mato Grosso e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul vem concentrando esforços junto ao MCTI a fim de que o INPP seja estruturado e abra consulta pública a fim de escolher o diretor ou diretora. Atualmente o INPP funciona como um câmpus avançado do Museu Paraense Emílio Goeldi.

Durante a mesa redonda temática "Diálogos sobre a consolidação do INPP", com a participação de representantes da Unemat e das universidades federais de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, com mediação da professora Maria de Lurdes Ruivo coordenadora das ações de pesquisa do INPP foram destacadas a importância dessa estruturação e como isso impactaria de forma positiva as ações de pesquisa sobre o Pantanal. Como resultado do Seminário foi redigida uma carta assinada por todos os presentes, cobrando uma ação imediata do MCTI nesse sentido.

A coordenadora de Pesquisa e Pós-graduação do Museu Emílio Goeldi, ressaltou como tem sido importante a articulação das universidades de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul no sentido de estruturar o INPP, e elencou que é fundamental estabelecer novas agendas e estratégias a fim de que mesmo com a crise por que passa o Brasil o instituto possa ser de fato estruturado e se torne autônomo, o que permitirá que se lance em novos desafios no âmbito da pesquisa no Pantanal.

O vice-reitor da Unemat, professor Ariel Lopes Torres, lembrou que os gestores das universidades vem cobrando de forma contundente um posicionamento político tanto do MCTI como também do governo estadual para que o INPP seja de fato uma unidade autônoma e estruturada. E salientou que a realização desse seminário é uma das formas de se avançar nesse sentido.

Dentro do seminário realizado nesta quinta-feira ainda ocorreram a apresentação de como funcional um Projeto de Pesquisa Ecológica de Longa Duração (Peld) pela Márcia Brito, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o lançamento do Peld Pantanal, que foi aprovado pela Unemat como instituição proponente. O projeto Peld Pantanal "Dinâmicas ecológicas na planície de inundação do Alto Rio Paraguai" foi apresentado pela professora da Unemat, doutora em Ecologia e Recursos Naturais, Carolina Joana da Silva, Fernando Xavier do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Daniel Kanteck do ICMBio/EET.

Também foram lançados no evento a revista Geopantanal, na sua 6ª edição e o livro “Escassez hídrica e restauração ecológica do Pantanal: Recuperação das nascentes e fragmentos de mata ciliar do córrego no Assentamento Laranjeira I e mobilização para conservação dos recursos hídricos no Pantanal mato-grossense”, organizado pelos professores Alessandra Aparecida Elizania Morini Lopes, Fernando Ferreira de Morais, João Ivo Puhl e Solange Ikeda Castrillon.

A mesa de abertura foi composta pela coordenadora de pesquisa e pós-graduação do Museu Goeldi, Ana Vilacy, pelo pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação da Unemat, Rodrigo Bruno Zanin, Pró-reitor de Pesquisa  da UFMT, Germano Guarin Neto, pela professora Maria Rita Marques da UFMS, pela analista em Ciência e Tecnologia do CNPq, Marcia Aparecida de Brito, coordenadora do Peld Pantanta e da Rede Bionorte, Carolina Joana da Silva e Solange Ikeda Castrillon, organizadora do livro.

Mais Informações

 http://portal.unemat.br/?pg=noticia/10996

Data: 2017

Fonte: UNEMAT

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